Quem somos

ACL FACTORING empresa constituída no início da década de 90, pioneira no fomento mercantil no estado de Alagoas, filiada a ANFAC sob o número 1537, entidade representativa do segmento de fomento mercantil no Brasil.

Atuamos na compra à vista de direitos creditórios provenientes de venda mercantil ou de prestação de serviços à prazo.

Contamos com uma equipe de profissionais especializados, com larga experiência no segmento em que atua e qualificados pela ANFAC – Associação Nacional das Sociedades de Fomento Mercantil.

A ACL FACTORING se alinha com as normas e regulamentações do mercado de fomento, seguindo a doutrina preconizada pela ANFAC.

 

 

 

 

 

Notícias sobre economia
  • Importações de carne de porco pela China aumentam 40% em um ano por conta da peste suína

    Compras chinesas de carne de frango e bovina também subiram 48% e 54%, respectivamente. Vendedor segura peça de carne suína em mercado em Handan, na China REUTERS/Stringer As importações de carne de porco pela China aumentaram 40,4% nos oito meses de 2019 na comparação com o mesmo período do ano passado em um momento em que o país enfrenta uma crise de peste suína africana, informou alfândega chinesa nesta segunda-feira (23). Frigoríficos esperam alta nas exportações devido à peste suína Uma epidemia de peste suína africana reduziu o maior rebanho suíno do mundo em quase 40%, de acordo com dados oficiais, elevando os preços da carne para 41,9 iuanes (5,89 dólares) por kg e elevando o preço dos alimentos no país ao mais alto nível desde janeiro de 2012. As importações de carne suína no ano até agora foram de 1,16 milhão de toneladas. No mês, a China recebeu 162.935 toneladas de carne de porco no mês passado, segundo dados da Administração Geral das Alfândegas, um aumento de 76% em relação a agosto de 2018, mas abaixo das 182.227 toneladas de julho. Carne bovina e de frango As importações de carne bovina atingiram 130.619 toneladas, um aumento de 32%, elevando os volumes nos primeiros oito meses para 980.334 toneladas, um aumento de 54% em relação ao ano anterior. As importações de frango em agosto aumentaram 51% para 67.074 toneladas, com volumes totais até agora este ano em 483.743 toneladas, um aumento de 48%. A expectativa é de que as importações de carnes aumentem ainda mais, enquanto o Ministério do Comércio afirma que embarques mais fortes e a liberação de reservas de carne de porco congelada ajudariam a garantir o fornecimento. Entre os países beneficiados pelas maiores importações de carnes pela China está o Brasil, maior exportador global de carne bovina e de frango. No início de setembro, a China liberou 25 novos estabelecimentos do Brasil para exportar carne ao país asiático. As autorizações envolveram unidades de empresas como BRF, Marfrig e Minerva. Na semana passada, os chineses liberaram mais unidades argentinas para exportação.

  • Brasil planeja implementar cota de trigo ainda este ano

    Segundo governo, cota ajudará a diversificar as origens do trigo importado, contemplando o cereal dos Estados Unidos e Rússia, por exemplo. Produtores colhem safra de trigo em São Paulo Reprodução/TV TEM O Brasil planeja implementar, até novembro, uma cota sem tarifa para importação de 750 mil toneladas por ano de trigo de origens de fora do Mercosul, disse à Reuters nesta segunda-feira (23) o secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Flávio Bettarello. Segundo Bettarello, a cota ajudará o Brasil a diversificar as origens do trigo importado, contemplando o cereal dos Estados Unidos e Rússia, por exemplo. Ele disse que a Argentina, que fornece cerca de 88% do trigo que o Brasil importa, deverá continuar como o exportador importante de trigo aos moinhos brasileiros. As compras dentro do Mercosul são isentas de tarifa. Segundo ele, a regulamentação da cota pode acontecer por meio de uma portaria da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais (Secint), como ocorreu recentemente para o etanol. Ou pode ser por meio de um decreto que vai definir a nova estrutura da Câmara de Comércio Exterior (Camex), alternativa preferida pelo Ministério da Agricultura.

  • Nissan e Ghosn fecham acordo para pagar US$ 16 milhões em multas nos EUA

    Montadora e seu ex-presidente foram acusados de esconder mais de US$ 140 milhões em remunerações do brasileiro. Ele aguarda julgamento, em liberdade, no Japão. Carlos Ghosn, ex-presidente da Nissan, em imagem de maio de 2019, no Japão Ren Onuma/AP A Nissan e seu ex-presidente, Carlos Ghosn, fecharam um acordo com a comissão de valores mobiliários (SEC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos para pagar o total de US$ 16 milhões em multas, informou o órgão regulador nesta segunda-feira (23). Prisão de Ghosn: o que se sabe até agora Ghosn e a montadora foram acusados de esconder dos investidores mais de US$ 140 milhões em remunerações ao antigo líder da fabricante. No acordo, Ghosn também concordou em não trabalhar como executivo de uma empresa nos próximos 10 anos. Do total pago à SEC, a Nissan ficará responsável por R$ 15 milhões, e Ghosn pagará US$ 1 milhão. As acusações foram resolvidas com as autoridades americanas sem que Ghosn e a Nissan assumissem ou negassem os crimes. Ghosn aguarda julgamento no Japão O brasileiro Ghosn foi preso no Japão e demitido pela Nissan no ano passado. Ele está aguardando julgamento em Tóquio por acusações de má conduta financeira que ele nega. O que se sabe sobre o caso de Carlos Ghosn Arte/G1

Mercado agora
Dólar/Euro
Dólar
R$ 4,148
Euro
R$ 4,555
Libra
R$ 5,159